A NegativaBR nasceu da frustração. Em 2018, um grupo de jornalistas que trabalhava em grandes redações percebeu que certas histórias nunca chegavam ao ar — não porque fossem falsas, mas porque incomodavam anunciantes, aliados políticos ou a própria direção dos veículos.
Decidimos sair. Não foi fácil. Passamos os primeiros dois anos sem salário fixo, publicando de apartamentos e cafés, financiados por leitores que acreditavam que jornalismo investigativo independente ainda tinha lugar no Brasil.
Hoje somos seis jornalistas em tempo integral, com correspondentes em Brasília, São Paulo, Recife e Belém. Não temos sócios corporativos. Não aceitamos publicidade de empresas investigadas. Nosso modelo é simples: leitores que pagam por jornalismo que serve a eles, não ao mercado.
15 anos de jornalismo investigativo. Cobriu três CPIs no Congresso e dois escândalos de desvio em fundos de pensão.
Economista de formação, jornalista por escolha. Especialista em análise de dados orçamentários e contratos públicos.
Advogada que virou repórter. Cobre o sistema penal, direitos humanos e violência institucional há 11 anos.
Baseado em Belém. Cobre desmatamento, garimpo ilegal e conflitos fundiários na Amazônia.
Assinaturas individuais representam 68% da nossa receita. O restante vem de prêmios de jornalismo e de um fundo de jornalismo investigativo europeu que não interfere na pauta. Nenhum governo, partido ou empresa tem participação em nossa operação.
Protegemos nossas fontes com rigor absoluto. Temos um canal seguro de recebimento de documentos e denúncias. Nenhuma fonte foi identificada sem consentimento explícito nos sete anos de operação da NegativaBR.